19. nov, 2017

           (Agenor Santos)

 

O que é uma Oligarquia? É um grupo político liderado por uma ou duas famílias, com   objetivo de se manterem no  poder,  por tempo indeterminado.  As consequências dessa  política,  ainda atual,  precisam ser radicalmente eliminadas do convívio de um povo sofredor.  Suas prioridades nunca foram consideradas pelos oligarcas.

 

Como funciona a Oligarquia? O grupo que chega ao Poder, aproveitando-se da inconsciência   dos eleitores, desmotivados pelas  promessas  dos seus antecessores, nunca cumpridas, apresenta-se como solução. Mas o candidato faz   parte do  grupo e, quando questionado, responde que vai seguir suas próprias convicções políticas.  A ciranda é a mesma, enquanto o  grupo  mais enriquece,  o povo mais  empobrece. Toda oligarquia é perversa, é só constatar os IDHs - Índices de Desenvolvimento Humano baixíssimos nos estados de Alagoas, Maranhão  e outros, que são  potencialmente ricos em recursos naturais, porém,  só os oligarcas prosperam. O foco do tema Oligarquia não tem nada a ver com má gestão. A primeira é minuciosamente arquitetada. Na segunda há o despreparo, o desconhecimento de quem vai administrar,  tornando-se presa fácil nas  mãos  dos espertos, passando a ser um “bobo da corte”. Não podemos mais uma vez correr o risco de errar nas escolhas dos nossos futuros representantes das casas legislativa e executiva.

 

Insistimos a bater na mesma tecla, ou seja,  vamos fortalecer a nossa Democracia com a força do nosso voto e revitalizar nossas instituições. Portanto, estamos conscientes  de que Oligarquia é atraso, e má gestão  é incompetência, regada a desonestidade. 2018 vai  ser o ano  das grandes mudanças.

 

 

19/11/2017

 

 

 

 

29. ago, 2017

 

       (Agenor Santos)

 

Macaco que muito pula quer chumbo. Um adágio popular que tem muito   a ver com o comportamento reincidente dos nossos governantes na história do nosso país. A maioria dos políticos  perdeu a decência, o respeito por si mesmos em cumprir a missão de bem representar o povo brasileiro. Estamos decepcionados com as atitudes  nada republicanas dos autores e atores, que não têm a mínima cerimônia e o respeito em legislar em causa própria ou de grupo.

 

Como sabemos, não existe nenhum outro país no planeta Terra  com  super- salários e mordomias comparados ao  nosso pobre Brasil. E mesmo assim,  muitos se dão ao direito de querer mais, de se blindarem para fugir à lei. O que temos acompanhado de violência contra os trabalhadores públicos e privados, em nome  da chamada travessia da crise  econômica, é maldade pura. Enquanto isso, a politicagem engrossa seus tentáculos com  as  falsas  reformas. A  lei eleitoral passou a ser prioridade, com lista fechada e distritão,  para assegurar a reeleição dos espertos parlamentares  em 2018.  Tudo pode ser ilusão. É possível uma bala no pé, se considerarmos que o chamado curral eleitoral está com os dias contados. A mídia alternativa popular já começou a orquestrar e cantarolar os nomes a serem descartados no próximo pleito.

 

A velha política oligárquica precisa ser banida em definitivo. A era do atraso, do posso e mando, retrata claramente a pobreza e a miséria dos nossos irmãos vítimas da mesmice de gestão. São políticos que pulam ou mudam de partidos como   trocam  de camisa. É como se fossem macacos  que pulam de galho em galho, uma realidade natural dos primatas, que não pode, nem deve ser imitada  por humanos. A comparação tem  sentido figurado. O que podemos prever é que, numa questão de tempo, o eleitorado  estará preparado para nas urnas depositar,  consciente, sem balas, apenas o voto decisivo para renovar. Será uma demonstração inequívoca aos devedores da vontade do povo, dos seus direitos contrariados. O nosso voto é nossa lei. É bom que fique bem claro, não estamos preocupados com sigla  partidária. Queremos, sim, candidatos com bons currículos e honradez, que possam de fato nos representar bem, dentro e fora do país.

 

Mas esse sonho só pode ser alcançado com mudanças gerais nos Três Poderes. Se o sistema está bichado, precisa mudar cabeça e corpo para revitalizar a nossa jovem e já deformada Constituição.  Não vamos esquecer do adágio popular: macaco que muito pula quer chumbo, num sentido figurado, aos políticos pula-pulas de siglas partidárias.  Como sempre, o objetivo é o espaço para priorizar seus projetos pessoais, ignorando o coletivo, para o qual foram eleitos.

 

“Se queremos um país decente, vamos sepultar todos os indolentes”

                                           (Agenor Santos)

 

 

16. jun, 2017
16. jun, 2017

 

Tudo por dinheiro,  programa do Silvio Santos, SBT;Tudo pela governabilidade, presidente Lula; e Tudo pela estabilidade, Gilmar Mendes, presidente do TSE. 

Tentaremos interpretar tudo sobre tudo: quando o dinheiro nos pertence podemos fazer dele o que quisermos, no caso Silvio Santos. Tudo pela governabilidade,  desde que saiba de fato o que ocorre diante dos seus olhos, para evitar o caos e denegrir a  sua própria  imagem. Tudo pela estabilidade, o ministro mesmo reconhecendo os crimes arrolados no processo que  pedia a cassação da chapa Dilma-Temer, levou em consideração a grave situação do País, na sua maior crise econômica-política-social.

Não temos como negar a parcialidade do julgamento. Acompanhamos atentamente o posicionamento dos ministros inclusive alguns com fundamentos em jurisprudência e citações que já caducaram e foram substituídas ou aperfeiçoadas, atualmente  em  vigor.  Se a cassação tivesse sido efetuada como a maioria do eleitorado assim esperava,  quem seria o nome para o comando do Executivo  numa eleição indireta pelo Congresso? Pela via direta a Constituição impede. E quem bancaria uma eleição presidencial? Todos nós sabemos que  exige um grande investimento e estamos  num  momento de crise, que afeta pessoas físicas e jurídicas  que estão  nas linhas amarela e vermelha. É impossível tal pleito.  O bom senso deve prevalecer evitando maior padecer.

Mesmo sabendo que a ponte está bichada, temos que ter cuidado no pisar para evitar naufrágio irreparável. O resistir precisa de sabedoria para não ruir diante de desafio sem cor e nem partido. Ignoremos as falácias que em nada  contribuem  para  a  retomada  do crescimento. A causa é nossa e a saída depende de sacrifício para pôr o país nos trilhos  do desenvolvimento. É o que todos nós queremos. E que assim seja.

 

 

 

16/06/2017

14. mai, 2017

 

Muitos assim pensam, mesmo que com uma pitada de humor na cabeça da maioria dos honestos cidadãos. Não existem argumentos sólidos contra fatos. Entendemos que o entrave para as condenações ou absolvições, tem muito a ver com as leis dúbias. Os legisladores não correspondem satisfatoriamente aos anseios do povo.

 

O X da questão:  por que cada cabeça é uma sentença?  As autoridades, na aplicação das leis, são induzidas a interpretá-las diferentemente por falta de clareza. Um outro agravante, é a parcialidade do julgador. E mais, temos que considerar milhões de profissionais conscientes dos seus direitos e deveres.  Uma imensa legião de advogados, juízes, filósofos, médicos, engenheiros, professores de Direito Constitucional e outros. Todos acompanham as decisões tomadas pelas autoridades. A ética é indispensável  como um dos requisitos comportamentais do bom caráter. É inadmissível que um membro de uma equipe de qualquer natureza, faça críticas veladas aos seus colegas.  Quando isso ocorre, passa uma imagem negativa à sociedade em quaisquer circunstâncias,  principalmente,  nas esferas dos três poderes.

 

Lembrando a afirmativa humorística do errado é que está certo, trata-se de uma crítica direcionada ao Congresso. Quando os infratores são presos e logo soltos, é quase voz geral: não adianta prender, o delegado e juiz mandam soltar! As  autoridades se defendem: quem solta é a lei. Temos  que cumpri-la.  É difícil entender o enredo da trama?  Claro que não. A impunidade vai continuar enquanto as leis permitirem.  A insegurança da família também,  se o errado é que está certo.

 

 

Cidadão sem proteção,

É como sardinha na

Boca do tubarão,

Que não tem opção.                                                   14/05/2017