NOVA VERSÃO

      

Porque tanta falação

De cansar a audição

Para tomar uma decisão

Com uma clara inclinação;

 

A resultante da proclamação

Teve sua fundamentação

Com base na Constituição

Contrariando a população;

 

O povo como patrão

Exige urgente solução

A conter grande evasão

Dos  autores da  corrupção;

 

A nossa representação

Responsável pela legislação

Requer transparência como opção

E  pondo o país em outra direção.

 

 

EU OU NÓS...

 

A prudência prevalece até nos momentos mais difíceis, diante do antagonismo. Não importa somente a vontade de acertar, sem a prévia análise das consequências indesejáveis. O arrogo na primeira pessoa do singular: Eu posso e mando, não é nada saudável aos comandados de primeira linha.

 

Quando há desconfiança da própria sombra, é sinal de paranoia. Rever atitudes impositivas como: Eu, na primeira pessoa do singular, o certo seria   a primeira do plural, Nós, podemos encontrar o caminho do desenvolvimento, e cuidando bem das políticas públicas, com prioridades na educação, saúde, infraestrutura, meio ambiente e outras. Para que possamos alcançar esse objetivo, a ordem-do-dia não é Eu, somos Nós, juntos sem preconceito e discriminação. A expectativa da grande prole brasileira continua esperançosa em mudanças necessárias, que tragam ganhos de fato aos que mais trabalham.

 

A grande questão é quando se trata de homem tábua rasa, que tem fraco pensar e naufraga com facilidade em qualquer poça d’água.  Continuar com a ilusão de ser sabichão e exímio mandatário são filmes do passado. Já tivemos outros momentos de angústias, vitimados com as promessas dos supostos heróis, que deixaram marcas inesquecíveis.

 

É oportuno lembrar os motes de campanhas da história recente, dos senhores candidatos:

Jânio Quadros – O Homem da Vassoura Vem Aí -, Collor de Mello – O Caçador de Marajás -, e outros que iriam Acabar Com a Pobreza -.  O Eu, não tem prevalecido, e jamais dará certo. A conjugação verbal tem que abraçar o Nós, para vencermos todos os problemas brasileiros. A presente realidade é o resultado do passado, e o futuro depende do presente.

 

Do jeito que está não pode continuar, com cartas marcadas e privilégios, em detrimento ao sacrifício da sociedade, na sua maioria excluída, uma negativa nociva a uma verdadeira cidadania.

 PARA REFLETIR

“O homem superior atribui a culpa a si mesmo; o homem comum aos outros” ( Chi’u K’ung – Confúcio, filósofo chinês.

Se é para atrapalhar, aqui não é o teu lugar (fragmento ateniense).

 

LARANJAS

 

A comunidade feminina  é  maioria no universo do eleitorado brasileiro, e não deveria abdicar dos seus direitos constitucionais ao permitir que sejam manipuladas como laranjas, o que não condiz com as verdadeiras ativistas desse imenso país.

 

Independente do atual momento, a prática do laranjal não é novidade, homens e mulheres candidatos  nunca receberam o devido apoio partidário, somente aqueles de cartas marcadas.  Os recursos do fundo partidário sempre foram manipulados e negados  aos dedicados puxa-votos, sem chances para se elegerem. Pela primeira vez esse método escuso do laranjal está sendo objeto de processo criminal eleitoral, que de certo modo servirá de advertência, para que a equidade possa  prevalecer de acordo como determina a lei. Considerando-se a maioria das mulheres; considerando-se a maior formação educacional; considerando-se serem mais observadoras e responsáveis,  ainda está faltando uma maior participação delas nos pleitos eleitorais.

 

Em 1933 foi eleita a primeira deputada federal, a médica Carlota Pereira  de Queirós de (SP), para integrar a Assembleia Nacional Constituinte, graças ao Código Eleitoral de 1932. Há 86 anos, a professora Celina Guimarães Viana foi a primeira eleitora a votar e  ser votada na esfera regional,  eleita deputada estadual e prefeita no Rio Grande do Norte,  no município de Mossoró.  Ela até então  não tinha direito ao voto como todas as mulheres daquela época, mas foi determinada entrando com um processo na Justiça Eleitoral tendo sido o mesmo  deferido. Como podemos constatar,  as  conquistas  das mulheres têm avançado  no parlamento, mas ainda são  tímidas. O  conservadorismo colonialista, o preconceito e corporativismo precisam ser demolidos para o bem do país.

 

PMB

Para contrariar os caciques das legendas que dificultam a filiação das mulheres, que não aceitam o jogo nada republicano, sugerimos a criação de uma nova sigla, como:  PMB – Partido das Mulheres Brasileiras, onde poderia filiar e selecionar candidatas com currículos  notas 10. Afinal, existe solução para resolver a problemática criada pelos maus-políticos, com  a força feminina  através das eleições.

 

Reclamar não é o melhor caminho. Conscientizem-se, vocês poderão  fazer muitíssima diferença atuando na política partidária,  preenchendo  a princípio os 30% garantidos por lei e depois a equidade. As chances são maiores com a utilização das redes sociais, mas sem abrir mão do  corpo a corpo com os  eleitores.  Vamos à luta! Se depender dos nossos votos vocês mudarão a cara do parlamento brasileiro sem laranjas.

 

 

 

DIA 8 DE MARÇO

 

 

 

 

 

                                      DIA INTERNACIONAL DA MULHER

 

Dia 8 de março é a mais importante data, mas deveríamos considerar todos os momentos das nossas vidas.  Elas merecem nosso respeito por tudo que representam como verdadeiras heroínas. Estão sempre dispostas a somar e dividir tarefas no lar e no mercado de trabalho. Não devemos confundir companheirismo com propriedade.  Façamos o certo, em vez de maltratá-las, vamos dar carinho e amor. Se não temos o que oferecer-lhes, busquemos soluções sensatas, para não mancharmos a mão de sangue e macular o nosso currículo familiar. Atitudes diferentes, como violência, representam pura ignorância do valor de uma mulher como companheira, mãe, filha e avó. Um elenco de gerações que precisa ser preservado para que a paz volte a reinar no lar e em qualquer lugar. Respeitosamente, os nossos agradecimentos a essas bravas e encantadoras mulheres. Milhões de Parabéns, e desejamos muita sabedoria para não se tornarem vítimas dos que deveriam protegê-las, os seus companheiros.

 

IMIGRANTES, NOSSOS IRMÃOS

 

O Brasil sempre esteve de braços abertos aos imigrantes, nossos irmãos. Tudo começou na primeira década de 1820, com a chegada dos suíços que se estabeleceram na cidade de Nova Friburgo-RJ. Na mesma época chegaram os alemães que optaram pelos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Não podemos esquecer dos negros trazidos pelos portugueses, dos franceses, holandeses e outros europeus que direta ou indiretamente deram também suas contribuições na construção da nova Nação.

 

Somos um povo com sangue de várias etnias, não há, portanto, espaço para preconceito, racismo e ideologia de gênero. Desconhecer a história ou ignorar o passado não merece nenhuma consideração, a quem assim proceder. Ainda é visível o resquício da politica colonial em pleno século 21.

 

O Brasil do posso e mando dos coronéis insiste em adotar a mesma prática, que logo é rechaçada pelas autoridades, com leis específicas. A casa grande mudou-se para o Planalto Central, onde cada brasileiro busca fazer valer os seus direitos, através dos seus representantes. Houve, sem dúvida, um avanço nas políticas sociais, mas muitas ainda continuam na teoria. Os verdadeiros brasileiros, os nativos, continuam discriminados, vistos como indivíduos de segunda categoria. Os imigrantes foram importantes, ajudando o nosso desenvolvimento, especificamente nas regiões Sul e Sudeste do país, numa reciprocidade por terem sido bem acolhidos em terras brasileiras. Mas, infelizmente, ainda há um olhar de desprezo aos nativos, contrariando dessa forma a lei e ao próprio ser humano.

 

O respeito e obediência às leis todos querem, mas poucos têm essa consciência. Os que se consideram acima das leis, ousam dizer: faça o que eu mando, e não faça o que eu faço. Mas o vento mudou de direção e a velha tripulação perdeu força. E a nova tripulação? Mesmo com pouca experiência, mas com boa vontade pode navegar com mais firmeza, e superar as pressões costumeiras do bravo mar de lamas.

 

Continuamos de braços abertos para acolher os tementes a Deus, tendo como símbolo o Cristo Redentor, no Rio de Janeiro. Que a paz e o amor reinem sobre os homens e mulheres do planeta azul. Vamos refletir sobre quem fomos e que somos, juntos, irmanados desde a primeira hora com os  imigrantes, nossos irmãos.

 

 

 

MÃOS À OBRA

 

 

    

A ordem do dia: todos unidos com um só objetivo do melhor para o país. Após as eleições e posse dos eleitos democraticamente, o eleitorado brasileiro, cansado com as velhas práticas do toma lá - dá cá, resolveu apostar em um novo modelo do fazer “certo”, para o Brasil crescer. Sabemos não ser fácil combater os malfeitores, que há muito vêm sugando o dinheiro público.

 

Mãos à obra, unidos venceremos. Temos pressa na busca de soluções dos problemas brasileiros, que nos têm causado grandes aflições.  Erros e equívocos são cometidos, somos todos passiveis de cometê-los, porém, de reconhecê-los, poucos são capazes. Infelizmente essa consciência inexiste para os fascistas. Combater velhas práticas nocivas à sociedade dependerá da harmonia  entre  os  Três  Poderes: Legislativo, Judiciário e Executivo, mas sem ingerência de competência desses segmentos. É preciso que a transparência seja o mote em todas as ações nas esferas dos poderes, como exemplo às demais instituições.

 

Passar o país a limpo é a grande esperança dos verdadeiros brasileiros.  No que diz respeito as políticas públicas, a educação é uma das prioridades do presidente Jair Bolsonaro, considerada o pilar principal para o desenvolvimento de qualquer país. A saúde e a segurança, concomitantemente, terão atenção maiúscula, promessa do novo governo.  Acreditamos que, a médio e a longo prazos, teremos uma sociedade em paz com a vida. Talvez, o futuro dos presídios seja a desativação por falta de apenados, e os espaços reaproveitados para outros fins. Se for intensificada uma política educacional, com as crianças, a partir das séries iniciais, daremos um salto quantitativo e qualitativo com a atual e as novas gerações.

 

Temos batido na mesma tecla sobre gestão, e como administrador entendemos ser possível ter bom resultado com muito trabalho e honestidade.  Nenhuma instituição dará uma resposta positiva sem ter uma vida orgânica sadia, com pessoas de fato comprometidas e competentes para obter bons resultados. Portanto, Mãos à Obra: Um por todos e todos por um, é o mote dos 3 Mosqueteiros.

 

Parte da imprensa “livre e independente”, deveria mostrar os dois lados da moeda.  A maioria das afiliadas globais pertence a políticos e só divulga o que lhe convém, numa notória tendência e contradição com a verdade. Busca sempre audiência com notícias sinistras, explorando a pobreza e miséria do povo. Mas se omite em divulgar o outro lado positivo.

 

Essas emissoras deveriam dar publicidade de gestores dos estados pobres, economicamente, num comparativo aos estados ricos que não conseguem honrar os seus compromissos. Os apresentadores dos telejornais não conseguem convencer e até mesmo esconder suas contrariedades ao cumprir pautas duvidosas, previamente determinadas. Uma Imprensa livre   e imparcial é imprescindível para o fortalecimento da democracia.

 

 

 

A pior crise é viver sem vida tranquila.

 

 

 

 

 

 

 

MISSÃO DE UM PESCADOR

 

A vida é mesmo assim

Com alegria

Com tristeza

E muita fé para vencer

 

Pedro da Silva Pereira 76, casado com a Sra.  Livramento 68,

ele um velho pescador e conhecedor do mar,

sabe a hora e o momento do tarrafear cardume de peixes.

Passa dias longe de casa, às vezes desconcentra-se

a pensar na esposa e nos filhos, que reciprocamente se preocupam

com sua profissão de risco, na busca do sustento da família,

e também para abastecer mercados com pescados de qualidade

que chegam à mesa dos consumidores, que desconhecem.

A valentia de um homem que enfrenta chuva e vendaval,

levando às vezes sua embarcação a naufragar, mas com sua fé

em São José dos Navegantes refaz sua esperança e gratidão,

com o aparecimento de outra embarcação para sua salvação.

O momento de tristeza logo vira alegria; e o velho pescador reanimado

continua a fazer o que gosta. Pescar é uma árdua tarefa que herdou do avô e do pai;

Seu maior sonho é formar seus filhos em cursos superiores. São eles: José 23,  Roberval 21, e Rosilda 19, todos já concluíram o Ensino Médio.

O Sr. Pedro orgulha-se do seu nome, herdado do avô e do pai que eram devotos de São Pedro. Mas ele não seguiu a tradição familiar, pondo nos filhos nomes diferentes.  Sua decisão foi para não influenciar em seguirem sua profissão, por ser árdua e perigosa.

 

 

 

A vida é mesmo assim

Com alegria

Com tristeza

E muita fé para vencer.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

PRESCRIÇÃO DE DIREITOS?

 

São muitas as leis que prescrevem direitos, de acordo com a situação específica. A lei nº 9.873, de 23/11/99 estabelece prazo de prescrição para o exercício de ação punitiva pela Ação Pública.  Como tantas outras leis criadas a protegerem direitos, mas deixam de ser eficazes, considerando na prática uma nítida desvantagem dos menos esclarecidos.

 

Leis que prescrevem direitos por decurso de prazo ou intempestivamente, precisam ser revisadas. Não se justifica o argumento à sua aprovação. Se direitos são direitos, por que impedi-los dos mesmos? Quem deve, tem que pagar a qualquer tempo, a não favorecer quem tem mais poder de recorrer até prescreverem. Quantos servidores públicos e da iniciativa privada perderam seus direitos por falta de esclarecimento.  Para exemplificar:  uma empresa tinha empregados com mais de 15 anos de serviços, num ambiente insalubre. Até então desconheciam o direito a esse adicional. Ao recorrerem à Justiça ganharam e receberam 2 anos, os demais longos anos prescreveram. Não é justo, e sim uma injustiça.

 

Por isso reiteramos que haja uma reavaliação das leis pelo Poder Legislativo, da prescrição de direitos em vigor. Ninguém perde, todos ganham.  Com a renovação da Câmara e do Senado é possível uma tomada de decisão com leis menos equivocadas e explícitas. A esperança permanece de um futuro melhor com licitude.

 

A expectativa de uma boa gestão do novo governo, sem viés ideológico e prescrição de direitos, são os caminhos que todos esperam.  Essa sempre foi a nossa manifestação com coerência e respeito às autoridades. As críticas construtivas são salutares, e devem ser acatadas e analisadas.

 

Gostaríamos de viver o suficiente, para ver grandes conquistas do nosso Brasil. Queremos morrer com alegria, tendo a certeza que nossos filhos e netos se orgulhem dos seus antepassados. E que o patriotismo esteja sempre vivo, em defesa do verde, amarelo, azul e branco, que simbolizam a nossa pátria.

 

 

 

INTERPRETAR

 

Um passado exigente de ensinar, no antigo primário. Primeiramente, aprendíamos escrever com letras cursivas. A professora era considerada e contava com o aval dos pais de alunos.  O ponto alto, uma  boa educação do lar, hoje uma  raridade. O método de ensinar nas escolas públicas funcionava tão bem onde  estudavam  pobres  e   ricos.

 

MÉTODO

 

Em sala de aula o estudante fazia a leitura em voz alta.  No  Ditado, os erros encontrados eram corrigidos de 3  a 5 vezes,  por palavra; a redação começava com um bilhete, a um texto maior; a professora afixava um quadro na parede para ser descrito por inteiro, ou seja, com todos os seus detalhes.  Esse método simples e objetivo era importante para ajudar a interpretação de textos. Havia a sabatina entre as turmas da mesma série, onde o entusiasmo dos estudantes e professoras ficava na expectativa do grande dia do embate. Uma educação de qualidade, responsável pela formação de grandes vultos da nossa história.

 

RETROCESSO

 

O Ministério da Educação e Cultura, reconhece a fragilidade do ensino público hoje. Os especialistas têm apresentado  caminhos para solucionar o problema do retrocesso educacional. O problema das nossas crianças e jovens  é fruto  do macro ou micro? Acreditamos que ambos são responsáveis. O Macro, o governo pode investir satisfatoriamente, mas se não contar com o Micro, a família,  não surtirá o efeito desejado.

 

Muito se fala em grande volume de informações emitidas pelos meios de comunicação, mas esquecem  que conhecimento precisa ser construído. E somente é possível essa construção tendo a capacidade de interpretação. Mas fica difícil esse alcance se, se  considerar de acordo com estudos de pesquisas do próprio MEC,  que estudantes do Ensino Médio e até Universitários não sabem ler e nem escrever corretamente.

 

ENEM

 

Os últimos resultados das  provas do ENEM,   são as  melhor pesquisas  do nível do ensino público. É preciso levar a sério os estudos, não fazer de conta,  e assistir aulão para aprender, o que deixou  de  fazê-lo durante o ano inteiro.  Como se observa,  o interpretar é uma análise que depende de uma base sólida que a princípio deve vir da família e, consequentemente,  da escola pública.

 

A parceria família/escola, um procedimento que jamais poderia ter sido  ignorado.  A diferenciação de aprendizagem entre os alunos em sala de aula  é visível. Mas há  outros fatores que justifiquem esse desnível? Sem dúvida, a falta de estrutura, pobreza, e negligência.

 

Os  motivos  que mais pesam nessas observações são:  negligenciar na condução disciplinar e no acompanhamento do filho com os deveres da escola. Pobreza não é doença, mas  doença é pobreza. Quantas  mães pobres lavadeiras, zeladoras e faxineiras se orgulham dos seus filhos professores, engenheiros, juízes e militares!  Não existe segredo para vencer, é só querer fazer o certo.

 

 

 

 

 

BOM CARÁTER

 


O homem nasce puro, cresce  se modelando no espelho familiar, que o influencia num ambiente natural dos costumes do lar.  Assimilar o melhor caminho vai depender do reforço cognitivo bem estimulado para agir corretamente,  em respeito aos demais cidadãos. Um desafio posto para ser vencido, que muitos não sabem   como  lidar  para superação dos obstáculos que a vida nos impõem.

 

O Bom Caráter é dotado de honestidade, ética e moral, adjetivos raros, infelizmente, em muitos segmentos sociais. Mas ainda existem aqueles que preservam os princípios basilares da  familia, com resultados positivos no seio da sociedade. Aliás,  essa doutrina do bem sempre buscou pacificar os indivíduos,  mas vem  se distanciando deles  com a vida moderna,  sobretudo no que diz respeito ao consumo de produtos industrializados. O avanço da ciência e tecnologia(Cibernética),  veio para agilizar e otimizar diversas  atividades do cotidiano, porém, a afetividade está prejudicada. A inteligência artificial criada pela humana, é questão de tempo para  restringir em grande escala, a tradicional  mão de obra trabalhista.  Os capitalistas estão investindo e apostando mais nas máquinas, a  ficarem livres de direitos trabalhistas,  e selecionando um diminuto quadro da área tecnológica  e  com Bom Caráter.

 

Desde que mundo é mundo, hábitos e costumes  sempre sofreram mudanças com a expansão comercial a partir dos séculos 16 e 17 que impulsionaram extraordinário aumento de riquezas. Mas as transformações econômico-sociais deram-se nos séculos  18 e 19 na Inglaterra, com a energia motriz substituindo a produção doméstica(artesanal). Uma evolução moderna impondo a desagregação dos  pequenos agricultores e criadores, os chamados empreendedores  domésticos, como  também os  autônomos oficiais(sapateiros, alfaiates, carpinteiros, marceneiros e outros). Com o surgimento das grandes empresas do ramo, foram atraídos e deixaram de ser os seus próprios  patrões,   para serem  empregados. A evolução da modernidade tem trazido conquistas e prejuízos aos pais de família, com  baixos salários para o sustento da casa. Cuidar da saúde nem se fala, e ficar esperando pelo SUS é ter morte antecipada.

 

O Bom Caráter independe de classe social, sejam governantes, governados, empregadores e empregados,  encontramos os dissimulados que fingem ser benevolentes. O Bom Caráter se alimenta dos adjetivos: honesto, ético e moral. Mas é comum ouvirmos:  está no mundo da lua, está com a faca e o queijo na mão, rouba mas faz, justificando a frase de Rui Barbosa, o Águia de Haia. Felizmente, a maioria continua sendo honesta.

 

O Bom Caráter  está na realidade da nossa industrialização!  Por que só no século 20,  até os anos 1930, o Brasil era um país genuinamente agrícola? Porque havia o  Pacto Colonial com Portugal que impedia a implantação de  sua indústria. O Brasil teria que produzir matéria-prima para Portugal e comprar de Portugal produtos industrializados. Com esse pequeno esclarecimento histórico, é possível admitir outros adjetivos  que poderiam ser elencados na figura  central e temática analisada do homem de  Bom Caráter.

 

O Bom Caráter é  aquele que ama sua pátria,  visa  o bem da coletividade, agindo com bom senso,  com a sua consciência tranquila, e jamais permitirá  que  venha  a se tornar um cabisbaixo. Vamos todos à luta, em busca do respeito nacional e internacional. Temos esperança que é possível reescrever nossa história, acreditando no patriotismo dos nossos  futuros governantes.

 

 

 

 

 

 

 

ADVERSÁRIOS, NÃO INIMIGOS

 

               

O que se espera após a refrega política eleitoral dos candidatos eleitos e reeleitos, é que tenham a consciência de que o estado brasileiro é a prioridade. E que para alcançar as metas desejadas, também passam pelos seus entes federativos de Norte a Sul. O patriotismo vigoroso, altivo e determinado só se consolida com boas atitudes, que venham somar e não subtrair os anseios da maioria.

Todos os estados têm suas bancadas na Câmara e Senado, eleitos e bem pagos para defenderem os interesses coletivos muitas vezes negados. Os mais pobres principalmente. A união dos esforços é o melhor caminho a possibilitar o envio de recursos para investir nas políticas públicas, na infraestrutura e saneamento básico. É por demais desprezível admitir que ainda existam inimigos na política e não adversários. No livro “A Inquietação de Um Cidadão”, pag. 74 tem um texto com o título - Ganhar ou Perder Faz Parte do Jogo -, em outras palavras, a vida não é feita só de vitórias. A serenidade e a prudência devem prevalecer, para que haja o indispensável respeito, tão distante entre os adversários políticos.

A política é uma ciência que na sua essência visa produzir o bem estar das pessoas. O desvio do seu objetivo contraria os interesses da sociedade, e também o art. 5º da Constituição Federal. Portanto, uma má conduta na política em dificultar uma gestão, seja ela municipal, estadual e federal, é um desrespeito aos próprios eleitores, negando direitos elementares como educação, saúde e habitação.

Como se pode observar, a crítica está fundamentada na realidade. Uma mensagem direcionada aos políticos velhos e novos para que reflitam sobre a ultrapassada metodologia, e façam o que for possível para ajudar seus estados. Prestem contas das suas atuações. Fiscalizem, acompanhem a aplicação dos recursos. Mas jamais dificultem uma gestão de um adversário. É bom abdicarem dessa mentalidade provinciana, em nome do progresso das unidades federativas republicanas do Brasil. Vamos resgatar o espírito de grandeza, não perca essa oportunidade, ligando para o seu adversário vencedor, e deseje a ele boa sorte.

 

AGENOR SANTOS

 

10/10/18

 

 

 

VENCER, NÃO IMPORTA OS MEIOS

    

                   AGENOR SANTOS

                                      

  Uma iniciativa  que assusta,  uma metodologia  com regra usual, num vale tudo, para vencer qualquer competitividade não importando os meios. Na politicagem nem se fala, o nosso raciocínio está fundamentado na retórica apresentada pelos candidatos. Todos eles prometendo tirar o país da UTI e buscando o caminho do desenvolvimento. Mas como equacionar a  grave doença da economia, do desemprego, da infraestrutura,da saúde, da educação e de um salário mínimo razoável para o pai de família?  Como vai ser possível acabar com os privilégios num flagrante  desrespeito à sociedade, e à própria  Constituição,  que dita  que  somos todos  iguais perante a lei? Na prática há uma inversão nas decisões, aumentando a insegurança  da população.

 

 

  A dúvida paira sobre a cabeça de muitos eleitores, por mais boa vontade do futuro presidente em fazer o melhor pelo Brasil. Qualquer brasileiro comum sabe do potencial do nosso país   tropical, mas também sabe da falta de boa ação de parte dos seus representantes. Com base no adágio popular que diz: andorinha só, não faz verão, ou seja, o Executivo depende das demais instituições, principalmente das duas casas:  Câmara Federal e Senado, para aprovação das políticas públicas, visando o equilíbrio econômico-social, e fortalecimento da Democracia. Isto é um fato, porém, diante das manobras nada republicanas, com parlamentares legislando em causa própria, e aprovando pauta bomba para engessar e dificultar irresponsavelmente o restabelecimento da ordem pública.  Como sabemos, mais de 50% dos eleitores estão indecisos e decepcionados com os maus exemplos alardeados pela mídia. O que esperar do candidato vencedor com os apoios dos partidos envolvidos em corrupção? O grande questionamento é como fazer uma boa gestão com o toma lá-dá-cá? Como dizer não a essa prática das velhas raposas da politicagem? Mas, podemos mudar o conceito da má, para a boa política.

 

   Queremos um Brasil diferente, pra frente, moderno e desenvolvido. O sucesso vai depender  de nós, eleitores. É a nossa grande chance, principalmente dos jovens, dos que votarão pela primeira vez.  Todo eleitor é um fiscal, e pode denunciar fraude ou compra de votos. O celular é o nosso grande aliado. Vamos mudar a cara da Câmara e do Senado, elegendo pessoas comprometidas com o nosso rico, mas combalido país.

 

  Somos conscientes que a política é jogo dos interesses, mas do eleito e dos eleitores. Nada mais justo o cumprimento fiel dos eleitos pelo juramento que fazem diante das autoridades: “prometo cumprir fielmente o meu mandato”. Como é fácil prometer e ratificar promessas visando a reeleição de quatro e oito anos. Somente com uma reforma geral seria possível alavancar o progresso do país.

 

 As consequências dos desmandos não preocupam as ditas lideranças. Ainda sonham com uma possível revogação de leis, a beneficiá-los, para que possam recorrer dos processos até prescreverem.Estaremos vigilantes, não aceitaremos retrocesso em prejuízo da nossa sociedade. Portanto, tudo vai depender do nosso voto, escolhendo os melhores candidatos, sem fichas-sujas, ou mesmo  os novos, com  ideias da velha politicagem,  e até  com vínculo familiar. Haveremos de reprovar nessas eleições o discurso e a prática do: Vencer, não importa  os meios.

 

AOS JOVENS ELEITORES

 

                 Agenor Santos

 

 

     Imaginem se não tivéssemos o direito de escolher, de ter as nossas preferências de eleger os nossosrepresentantes.  Com certeza, não seria justo, e diríamos: nós queremos escolher nossos representantes livremente. Se não corresponderem, não votaremos neles nas próximas eleições. Essa é a melhor decisão para evitar a continuação da traição.

 

   Não votar  é um grande erro, e permite que as velhas raposas responsáveis pelos prejuízos causados à maioria do nosso povo, continuem cometendo ilícitos. É verdade, há um desgaste, um descrédito a muitos parlamentares,  envolvidos em corrupção. Como sabemos, a política é indispensável para todos nós, e não podemos viver sem ela. Somos todos políticos, embora sem mandato. O nosso voto é o único instrumento para tocar bem afinado, e fazer os maus políticos dançarem nas próximas eleições. O bom eleitor, elege o melhor representante. Vejam bem!  Nós eleitores de terceira idade, com idade avançada, com mais de 70, não somos obrigados a votar. Mas continuaremos cumprindo  com o nosso dever cívico, e ao mesmo tempo, o direito de criticar e cobrar que os nossos votos  de confiança, sejam respeitados.

 

    A falta de consciência política de muitos parlamentares, nos obriga a sermos  mais seletivos, mais cuidadosos e sempre alertas. Como  em todo jogo tem regra, na política  quem cometer falta,  leve ou grave, merece cartão amarelo ou vermelho. Ou seja, da advertência à cassação do mandato, e até mesmo dos  direitos políticos, suspensos por oito anos. Temos que ajudar a desconstruir o plano obscuro, tramado na calada da noite. E para o bem do povo e, principalmente, dos jovens eleitores, continuaremos lutando para resgatar a moralidade parlamentar.

 

   Entendemos que hoje, com a nova tecnologia nas mãos dos jovens eleitores, é possível saber  em quem confiar. Aos fichas-sujas, filhos e parentes, nem pensar. É só focar naqueles que enriqueceram e deixaram o seu povo na pobreza. Portanto, não vamos nos iludir com as já manjadas promessas, nunca cumpridas. A participação dos jovens eleitores, vai ser decisiva no pleito deste ano.

   

A nossa intenção vale

À   incentivar o civismo

e a ética  fora de controle,

de gente sem patriotismo;

 

A nossa intenção vale

Sem melindrar autoridade,

Mas que a lei não desvale

Em   julgar com parcialidade.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

        AOS JOVENS ELEITORES

                 Agenor Santos

 

     Imaginem se não tivéssemos o direito de escolher, de ter as nossas preferências de eleger os nossos representantes. Com certeza, não seria justo, e diríamos: nós queremos  escolher nossos representantes livremente. Se não corresponderem, não votaremos neles nas próximas eleições. Essa é a melhor decisão  para evitar a continuação da traição.

 

   Não votar  é um grande erro, e permite que as velhas raposas responsáveis pelos prejuízos causados à maioria do nosso povo,  continuem cometendo ilícitos. É verdade, há um desgaste, um descrédito a muitos parlamentares,  envolvidos em corrupção. Como sabemos, a política é indispensável para todos nós,  e não podemos viver sem ela. Somos todos políticos, embora sem mandato. O nosso voto é o único instrumento para tocar bem afinado,  e  fazer  os maus políticos dançarem nas próximas eleições. O bom eleitor,  elege o melhor representante. Vejam bem!  Nós eleitores de terceira idade, com idade avançada, com mais de 70,  não somos obrigados a votar. Mas  continuaremos cumprindo  com o nosso dever cívico, e ao mesmo tempo,  o direito de criticar e cobrar que os nossos votos  de confiança,  sejam respeitados.

 

    A falta de consciência política de muitos parlamentares, nos obriga a sermos  mais seletivos, mais cuidadosos e sempre alertas. Como  em todo jogo tem regra, na política  quem cometer falta,  leve ou grave,  merece cartão amarelo ou vermelho. Ou seja, da advertência à  cassação do mandato, e até mesmo dos  direitos políticos, suspensos por oito anos. Temos que ajudar a desconstruir o plano obscuro,  tramado na calada da noite. E para o bem do povo e,  principalmente, dos jovens eleitores,   continuaremos lutando  para resgatar a moralidade parlamentar.

 

   Entendemos que hoje, com a nova tecnologia nas mãos dos jovens eleitores, é possível saber  em  quem confiar. Aos fichas-sujas, filhos e parentes,  nem pensar. É só focar naqueles que enriqueceram e deixaram o seu povo na pobreza. Portanto, não vamos nos iludir com as já manjadas promessas, nunca cumpridas.  A participação dos jovens eleitores, vai ser decisiva no pleito deste ano.

   

A nossa intenção vale

À   incentivar o civismo

e a ética  fora de controle,

de gente sem patriotismo;

 

A nossa intenção vale

Sem melindrar autoridade,

Mas que a lei não desvale

Em   julgar com parcialidade.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Poesia

A poesia é minha companheira de todos os momentos. Ela que estimula meus sentimentos.

GREVE DOS CAMINHONEIROS

                      

                               CONQUISTAS E PREJUÍZOS

                                  MUITO  BLÁBLÁBLÁ...

 

                                    AGENOR SANTOS

 

Muito blábláblá...  O presidente continua  confuso,  e  mal assessorado.  Temos observado a fragilidade dos argumentos contraditórios apresentados pelos “líderes” imediatos,   tanto do Executivo  quanto  nas duas casas, Câmara e Senado. O politicamente correto seria indicar um missionário carismático, diplomático, e  com poder de persuasão, para superar desafios em menor tempo possível de temas específicos.

 

GREVE

A greve é um direito garantido por lei,  mas desde que as negociações se esgotem, sem chegar a bom termo.   A  falta de habilidade no trato da coisa pública, tem sido uma constante.  O governo foi avisado com antecedência do movimento paradista, mas negligenciou. Acreditamos ter havido excesso, sem que antes tivesse ocorrido uma paralisação de advertência.  A  situação da  nossa economia,  ainda sofrendo de  uma profunda crise, mas que já dava  bom sinal de melhoria, embora lenta,  na  sua recuperação, não merecia passar por mais uma aflição, provocada por uma greve  previamente anunciada e  negligenciada  pela ação do poder público .  Uma greve dessa magnitude, provocando incalculáveis prejuízos aos demais segmentos da sociedade, exige uma reflexão das autoridades governamentais. A infraestrutura é uma  das bases principais   de qualquer país  para alcançar o seu desenvolvimento. E, dentre outras políticas a serem debatidas, consideramos a logística,  uma das prioridades para o País. Os  postulantes ao Planalto, todos  são cientes da importância dos transportes ferroviários,  hidroviários  e marítimos.  Todavia, nenhum até hoje quis  ou quer assumir  a responsabilidade para fazer acontecer. Enquanto isso, o dinheiro do povo vai pelo ralo, com obras inacabadas e superfaturadas. É de doer o coração,  com o tamanho da irresponsabilidade,  com a malversação, o desperdício do  nosso dinheiro. 

 

Reafirmando o nosso ponto de vista, o País não pode continuar a depender de uma única opção de transportes.  Sem outras alternativas, continuará estagnado e sujeito  a outros movimentos grevistas.

 

A justificar o injustificável, como pode um País imenso, com tantas riquezas naturais e minerais, e com  518 anos,  não ter  saúde econômica? O que fazer para encontrar a cura da   nossa economia? Os  remédios  são  amargos, mas curam,  e o principal  se chama Justiça sem compadrio.  Sabemos o quanto é difícil  conscientizar os inimigos da Pátria, que se apropriam indevidamente do  nosso patrimônio, construído  com tanto sacrifício.

 

Mas, acreditamos que uma reforma no Sistema  é indispensável para corrigir  e modernizar a  máquina administrativa. Os privilégios são nocivos à sociedade como um todo. A desigualdade é extrema e maldosa. A Constituição, que assegura direitos,  na prática  é contrariada. É só conferir os  artigos do 1º ao 5º. Este último está respaldado na  (EC Emenda Constitucional nº  45/2004). Como exemplos:  salário mínimo,  que atenda às  mínimas necessidades  de uma família de 3;  o direito de ir e vir; de livre expressão, manifestação, e outros. A imprensa como quarto Poder,  tem sido alvo de ações judiciais, jornalistas processados e agredidos. Há quem diga: cuide de si, esqueça do seu semelhante. Se estamos no mesmo barco,  a luta nos pertence.

 

O pessimismo não  pode fazer parte do nosso lema, e jamais fará. Somos um povo bravo e inteligente,  para entender e discernir o bem do mal.  Salvo engano, o eleitorado está atento às mudanças  que deverão ocorrer, com uma possível renovação dos nossos  representantes. Chega de blábláblá... Queremos um Brasil forte, moderno,  competitivo e desenvolvido. Só assim  os nossos cientistas,  que estão em outros países, voltarão para casa, porque até então, não tiveram apoio e oportunidades.

O nosso voto é pela Democracia irrestrita, e que  o País siga o  seu caminho, sem trauma. Que os nossos representantes não cedam às  possíveis pressões, advindas  de grupos, em detrimento  do  nosso desenvolvimento. Temos que   aproveitar bem o nosso  potencial,  com vias logísticas disponíveis,  a serem implementadas sobre trilhos, mar e rios.

 

Obs: Leiam a Constituição, e tirem suas conclusões!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

                     

 

                            

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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